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| Charlton Comics | |
|---|---|
| Fundação | 1946 |
| Sede | Derby, Connecticut |
| Fundador | John Santangelo, Sr.
Ed Levy
|
| Proprietário | Charlton Publications |
| Produtos | Histórias em Quadrinhos |
| Divisões | Frank Comunale Publications Children Comics Publishing Frank Publications Modern Comics |
Operando de Derby, Connecticut, a editora publicou uma ampla variedade de gêneros, desde crime à ficção científica, passando pelo western, terror, guerra, romance, humor e super-heróis. A Charlton era conhecida por suas práticas econômicas, como adquirir material inédito de empresas falidas e pagar a seus funcionários salários bem abaixo da tabela.
História
Em 1952 a Charlton adquiriu uma parte dos direitos da Fawcett Comics. O Capitão Marvel, que na época era objeto de uma batalha legal entre a Fawcett e a DC Comics, não foi incluído no acordo.
O período mais notório da editora foi durante o meio dos anos 60, na chamada "Era de Prata da Banda Desenhada", quando o editor Dick Giordano contratou o ex-artista da Marvel Steve Ditko (co-criador doHomem Aranha). Durante esta época, a Charlton publicou diversos novos títulos de super-heróis, como o Besouro Azul e Capitão Átomo, chamados pela editora de "Heróis de Ação".
Mas no final da mesma década os títulos de super-heróis da Charlton foram todos cancelados, e a publicação de material licenciado tomou conta de seus negócios. Eles produziram quadrinhos com personagens da Hanna-Barbera e do King Features Syndicate, além de versões no papel de várias séries de televisão.
Com o declínio da indústria de quadrinhos nos anos 80 a Charlton passou a sofrer sérios problemas, fechando as portas definitivamente em 1986. Seu legado mais duradouro foi o de seus super-heróis, que continuaram a existir através da DC Comics - inicialmente adquiridos para a série Watchmen, mas depois de uma mudança de planos, Alan Moore acabou tendo de criar personagens similares para sua história.
Os heróis da Charlton apareceram na saga Crise Nas Infinitas Terras, onde foram introduzidos na cronologia da DC Comics. Após Crise, alguns dos heróis da Charlton passaram a ter algum destaque na DC: o Besouro Azul entrou para a Liga da Justiça e o Capitão Átomo ganhou uma revista própria, assim como o Questão (este último com temática mais "adulta"). O Pacificador teve algumas edições publicadas, enquanto a Sombra da Noite passou a fazer parte do Esquadrão Suicida.
Recentemente, na saga Crise Infinita, o Besouro Azul morreu e Sombra da Noite passou a fazer parte de um grupo de heróis chamado Pacto das Sombras.
A história de Jaime como Besouro Azul começou durante os eventos de Crise Infinita. Acreditava-se que o escaravelho do Besouro Azul, que dava poderes a Dan Garrett, havia sido destruído. Quando foi encontrado intacto, foi dado a Ted Kord, que nunca foi capaz de utilizá-lo. Após um ataque do Irmão Olho, o escaravelho apareceu energizado e Ted o levou ao Mago Shazam, que o tomou e pediu que Ted fosse embora. Durante os eventos de Dia de Vingança, o Mago Shazam foi assassinado e o escaravelho foi arremessado ao redor do globo, juntamente com os fragmentos da Rocha da Eternidade.
Ao contrário do que Jaime acreditava, o escaravelho se revelou um fragmento tecnológico extraterrestre. Entretanto, influências mágicas envolvendo o contato do artefato com os terrestres, fizeram com que ele se “corrompesse” e se livrasse do controle dos Reach, do Setor Espacial 2. Ao mesmo tempo, Guy Gardner retornou e revelou a Jaime que os Reach e a Tropa dos Lanternas Verdes se enfrentaram no passado, fazendo com que aqueles fossem derrotados. Entretanto, a raça alienígena continuou com seus planos de invasão, revelando que o Escaravelho possuía I.A., além de um agente “Reach”. Como o escaravelho de Jaime não estava funcionando corretamente, ele acabou se aliando ao seu hospedeiro. Então, os Reach mudaram sua estratégia, fingindo uma aliança com Jaime e a Terra. Neste ínterim, Jaime pediu que os Laboratórios S.T.A.R. que descobrissem a verdadeira extensão dos poderes do artefato.


